30.1.09
Pára-quedas
Não vou vender meus sonhos.
Nem trair meu sono por algo que não tenha o valor da vida que eu desejar
Mesmo regando os sonhos, não pretendo colher ilusões sem a perspectiva de amar
Tentei fazer valer (a pena, a tinta, as digitais).
Selo a carta de sua alforria.
Sei que as vezes fui só calmaria
Num aparente equilibrio dizia não correr do tempo
É que quero todos os segundos que mereço.
A poeira da chuva em meus poros
Me entope os sentidos.
Um mar sem ondas que afoga
na areia do tempo, num sopro de luz
o temor do vulcão e a explosão dos tambores
No silêncio da dor em queda livre
para o céu que você fechou,
DisTraidaMente …
imPede uma parada estratégica dos sentidos.
E se me tocam a sensibilidade
E a emoção transborda
Recolho-me as pressas
Senão me acabo





criado por Rose
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