29.5.09
Nem portas/Nem janelas
Um rasgo…Um céu
Uma cratera!
Abrindo-me à força
numa procura inútil
de acomodar tua vida
(em mim)
Dou-me ao exagero
aplacando o que não me cabe
Ás vezes, fantasio a dor do silêncio…
mas um real me borda toda em sentimento
Prendo-me em laços
desfaço nós ao vento,
numa dança rasteira,
numa expressão passageira,
que vira cimento na minha emoção!
os sentidos que sobrevivam
às agulhas do tempo
pontilhando saltos em relevos
debochas da força que há em mim…
subestimas minha inteligência,
só porque a uso com docilidade
não deixando te ferir os olhos
não vês que passo em tua vida!
por isso não acolhe o canto do meu coração.
"finja” que não te sou importante
acredite que sou mais de você
que de mim…
atue, sem deixar que se fechem as cortinas…
porque o que representas são sonhos
e só me dizem o real de você…
Ah, Tempo!
na fuga voraz
um alimento é perdido…
ás vezes eu queria dizer tanto, mas só um olhar, supre essa minha necessidade…
11.5.09
<º))))><.·´¯`·.
Tem momentos que apenas é importante essa disposição de amar colocada de um jeito terno e amigo, sem questionamentos, só o "estar perto" do coração, que é um alivio quase que imediato para toda dor.
.·´¯`·.><((((º>
… quando adolescente, guardava flores em livros…
… não amasso flores, nem arranco mais suas pétalas brincando de bem-me-quer, que para mim era uma brincadeira inocente…
Uma pena que tanta gente faça isto uns com os outros.
Que seria dessa vida sem o amor!?
8.5.09
Aqui lendo e pensando em tanta coisa em tantas histórias de vida… E como sempre pensando em você
e arrastando dobrado as batidas por mim dedicadas
Desculpa coração!
Não pare! Hoje não pare…
Algo que li e me tocou: Sobre as mães
"que as árvores centenárias protejam flores em botão e delas recebam os tons e as carícias da primavera"
De: MARIA CRISTINA CASTILHO DE ANDRADE - MINHA MÃE E AS SUAS FONTES
fonte: http://sol.sapo.pt/blogs/paz/
6.5.09

Desenhando seu próprio horizonte…
Numa beleza envolvente a cada linha, a cada curva poética
Os sentidos dispersos, despertam e nos dão o prazer…
Como num abraço, um ramalhete de flores perfumadas, que encanta e acalenta…
Poesia Viva, um presente de luz e calor.