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cinco rosas prá seis josés...
o oitavo também era zé mas despencou do galho, do seu galho...
o nono broto era duas vezes rosa, uma flor, serena, cheia de bem querer, como tinha que ser...
queria falar dos seus olhos, eu os vejo no espelho, eu te vejo...
são castanhos de mel, brilhantes... me emprestou seu amor, sua cor
e tudo quanto pudesse enxergar, puramente, com a certeza do bem que acontece... quando a gente se abre ao amor que enobrece ...
cuidou que crescesse...
conheci o mar num olhar que me abraça a todo instante, (...)
quantas interrogações algumas das suas atitudes me provocaram...
seu olhar de aprovação ou de bronca, conduzia os passos tímidos de quem queria voar...
trechos do canto do olhar de um pai... meu pai